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Aviação comercial desacelera em maio e tem pior taxa de ocupação dos últimos cinco anos

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Aviação comercial desacelera em maio e tem pior taxa de ocupação dos últimos cinco anos/></a>
	   <p class=Por: | Data: 26.6.2018

Tanto a demanda como a oferta nas viagens domésticas tiveram crescimento em maio se comparado com o mesmo período do ano passado. No histórico recente, no entanto, os dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) mostra desaceleração do ritmo de crescimento. De acordo com a entidade, a greve de caminhoneiros, que afetou todo o Brasil no final de maio, impactou a distribuição de combustível de aviação em diversos aeroportos, levou ao cancelamento de alguns voos, afetou a demanda como um todo e dificultou o comparecimento de passageiros para embarque. No mês passado, a demanda por viagens aéreas domésticas avançou 3,90%. Em abril, o crescimento havia sido de 6,41%. A oferta, por sua vez, foi 5,22% superior ao ano anterior (a variação é próxima da ampliação de 5,92% apurada em abril). A taxa de ocupação registrou queda de 0,98 ponto percentual, atingindo 76,94% no mês. É a primeira vez em um ano que a estatística fica abaixo de 80%. É também o pior patamar verificado em 57 meses (desde agosto de 2013, quando havia sido de 74,24%). O fator de aproveitamento é indicador da eficiência das companhias aéreas, está relacionado à devida utilização dos recursos mais caros das empresas (as aeronaves). Ao todo foram transportados 7,3 milhões de passageiros nos voos dentro do Brasil em maio, com crescimento de 4,11% sobre o volume de igual mês de 2017. Em abril o crescimento havia sido de 5,85%. “Vale lembrar que, apesar das graves complicações resultantes da greve, o setor aéreo demostrou agilidade ao montar planos de contingência. Dessa forma, respeitando todos os aspectos normais de segurança, conseguiu preservar, pelo ar, a circulação de pessoas e produtos no país. Graças aos esforços de todos os trabalhadores e parceiros, as associadas Abear mantiveram mais de 95% dos voos que estavam planejados para o período das paralisações. Financeiramente, as companhias arcaram com prejuízos pela queda de eficiência, com gastos adicionais para prestar assistências e manter a regularidade das operações, além de perdas por negócios que deixaram de acontecer”, afirmou a Abear em nota. INTERNACIONAL A procura por viagens internacionais nas aéreas brasileiras em maio teve crescimento de 13,02% na comparação com o período equivalente de 2017. A oferta viu elevação mais expressiva, de 17,14%. O descompasso entre os crescimentos de oferta e demanda resultou em queda de 2,96 pontos percentuais do fator de aproveitamento, para 81,34%. A piora da estatística não é estranha ao momento de ampliação das operações internacionais pelas aéreas brasileiras em 2018. Mas ainda assim o desempenho fraco mostra reflexo da greve dos transportes rodoviários: o patamar de aproveitamento nesse mês de maio é o mais baixo registrado em 26 meses (desde março de 2016, quando havia sido de 77,97%). Ao todo foram transportados 658 mil passageiros no mês em voos entre o Brasil e o exterior, número 7,40% superior ao de maio de 2017. As estatísticas das associadas Abear abrangem atualmente cerca de 30% das operações aéreas internacionais envolvendo o Brasil. A parcela restante é detida por empresas de bandeira estrangeira.

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