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Saiba como a cobrança de bagagem afeta as viagens corporativas

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Saiba como a cobrança de bagagem afeta as viagens corporativas/></a>
	   <p class=Por: Panrotas| Data: 8.6.2017

Há alguns meses o tema cobrança extra pelo despacho de bagagens nos voos do País vem tomando espaço e criando dúvidas em toda a indústria turística – tanto para quem viaja quanto para quem trabalha no setor. A norma, criada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), passou por uma série de liminares e suspensões durante o período, mas acabou sendo aprovada. Diante disso, as companhias aéreas no Brasil precisaram definir quais seriam seus critérios de cobrança. Gol, Latam e Azul estipularam o preço de R$ 30 para a primeira mala, pesando até 23 quilos. A Avianca, até o momento, segue sem cobrar, mas pode começar a adotar a medida a partir de agosto. Muito se fala sobre o impacto que a regra causará em quem viaja a lazer, mas como fica a questão para os viajantes corporativos? Em viagens curtas, principalmente no País, é comum que os colaboradores carreguem apenas uma bagagem de mão. Porém, em deslocamentos mais longas e internacionais muitas vezes mais de uma mala é necessária. Na edição desta semana do Jornal PANROTAS, dois travel managers de grandes corporações falaram a respeito dos principais desafios que o mercado pode enfrentar. De acordo com gestor de viagens da IBM para América Latina, Marcel Frigeira, as empresas que enviam seus funcionários serão bastante afetadas, principalmente as que têm uma política de escolha de menor tarifa. “Haverá um aumento no número de viajantes declinando a passagem mais barata, pois ele precisará fazer o despacho e ela não dará essa opção”. Para que isso não aconteça, algumas medidas estão sendo pensadas.

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